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Os primeiros passos de um imigrante no Canadá

Publicado por Carla Braga
postado em30/11/2017 - 14:01
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Uma das maiores dificuldades de uma pessoa imigrante são: aprender a língua local, se integrar na cultura do país e a mais importante que é ser inserido no mercado de trabalho.
Eu que sou imigrante, com status de residente permanente e que tenho acesso a todos os benefícios concedidos pelo governo do Canadá, irei compartilhar minha experiência pessoal, particularmente aqui na província de Québec na cidade de Montreal. Vamos saber como é possível essa integração e de que maneira o país investe nos imigrantes. Será que é fácil ser inserido no mercado de trabalho? Quais são as maiores barreiras enfrentadas por “nós” imigrantes?
Vamos começar pela parte ruim. Afinal nem tudo são flores, às vezes é mais gelo.
Existem várias profissões que estão em alta (http://www.canadaparabrasileiros.com), porém de nada adianta se você não dominar bem o inglês ou o francês e dependendo da profissão é necessário falar muito bem os dois idiomas. 
Certamente você já ouviu aquela frase no inicio da sua carreira: – “Tem experiência?” E indignada(o) você pensa – “mas como vou ter experiência se eu acabei de sair da faculdade” ou ainda “mas é o meu primeiro emprego, como vou ter experiência?”. Aqui é exatamente a mesma coisa. Como posso ter experiência se eu acabei de chegar no país.
Para os imigrantes que tenham o visto de residente permanente (aquele longo processo de imigração), os cursos de francês são oferecidos gratuitamente pelo governo. São várias redes de escolas credenciadas e de centros comunitários que oferecem aulas inclusive em tempo integral. E se você se matricular em tempo integral, o governo te oferece ainda uma bolsa mensal.
Existem também as escolas que fazem parte da “Comissão Escolar de Montreal” e que oferecem cursos de francês e de inglês com preços bem acessíveis para os residentes permanentes.
Eu escolhi estudar o francês em tempo integral na UQAM (Université de Québec à Montréal). Aqui eu estudei durante 1 ano, e depois dessa longa jornada de estudos eu me senti preparada para enfrentar o mercado de trabalho.
Depois do idioma, vem a seguinte questão: — Como vou me inserir no mercado de trabalho? 
E nessa questão, o governo também tem sido um aliado. Não que vá te garantir um emprego, mas ao menos ele vai te disponibilizar alguns recursos para que você possa ao menos começar. E agora estou falando dos “Organismos Comunitários” que estão espalhados pelos bairros. Esses organismos são instituições não lucrativas que oferecem todo tipo de apoio e você pode encontrá-los facilmente pelas redes sociais, ou ainda no site oficial do governo.
Basta você ser residente permanente e que esteja desempregado para ter acesso. Esses organismos dispõem de vários serviços personalizados tais como: ajuda para preenchimentos de formulários burocráticos, como se inscrever em cursos ou como matricular as crianças na escola pública, como preparar o seu currículo e a sua carta de apresentação, como encontrar moradia, tradução de documentos e etc. Outro ponto bem interessante desses organismos são os serviços de inserção ao mercado de trabalho. Desde palestras sobre o mercado até o serviço de coaching, onde você recebe um acompanhamento individual e personalizado de uma pessoa que é especialista em imigração. Essa pessoa te dará dicas de como preparar o seu curriculum, onde procurar as vagas de trabalho, como se comportar numa entrevista de emprego, etc. 
Um dos melhores organismos que eu encontrei por aqui é o ALPA (http://www.alpaong.com). Um organismo completo que oferece todo o apoio para os imigrantes recém-chegados.
E na próxima edição eu vou falar sobre a minha primeira experiência de trabalho canadense e qual foi o organismo que me ajudou.

Até a próxima! 
Escreva para o nosso e-mail: infotoutous@gmail.com
e nos diga o que você quer saber sobre o Canadá.

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